24 de maio de 2021

A obesidade e a reprodução assistida

A infertilidade resulta de um conjunto de vários fatores: genéticos, estilo de vida (sedentarismo, excesso de consumo de álcool, tabagismo, refrigerantes e café, estresse, entre outros), obesidade, exposição às substâncias tóxicas e doenças dos órgãos reprodutivos.

A obesidade, por sua vez, prejudica a ovulação e altera as taxas de gestação, fazendo com que mulheres obesas tenham o triplo do risco de serem inférteis.

Estudo americano com 51.198 mulheres no seu primeiro ciclo de fertilização in vitro, constatou que a obesidade e o sobrepeso estão associados a maior prevalência de ciclos cancelados e menor número de embriões recuperados.

Já foi demonstrado também, que mulheres que recebem orientação nutricional por um período de 90 dias antes do tratamento de reprodução assistida, apresentam cerca de duas vezes mais chance de gravidez do que as que decidem por nenhuma intervenção nutricional neste período.

Uma dieta pobre em gordura trans, rica em gordura monoinsaturada, reduzida em proteína animal, com boas quantidades de proteína vegetal, fibras e alimentos lácteos devem ser a base da dieta da fertilidade.

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Dra Erika Bozola
CRM 91760
@erikabozola.nutrologia