COMO É DEFINIDA A INFERTILIDADE?

É, geralmente, a falha em conceber depois de 1 ano de relações sexuais não protegidas. Este problema afeta entre 10% e 15% dos casais em idade reprodutiva.

QUANDO EU DEVERIA PREOCUPAR-ME?

Para a maioria dos casais que estão tentando engravidar, a probabilidade de ter uma gravidez bem sucedida é de cerca de 20% a 30% para os 3 primeiros meses de tentativa. No final do primeiro ano de tentativas, cerca de 85% a 90% dos casais irão conceber. Os casais devem procurar ajuda médica caso não consigam engravidar após 1 ano de relações sexuais, regulares, sem uso de métodos contraceptivos. No entanto, este período pode ser menor, caso a mulher tenha mais de 35 anos de idade. Mulheres com uma história de doença pélvica inflamatória, endometriose, abortamento, ciclos menstruais irregulares ou dolorosos, ou homens com uma contagem de espermatozoides sabidamente baixa deveriam também fazer uma consulta com seus médicos.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE INFERTILIDADE PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA?

Infertilidade primária é a condição na qual a mulher nunca ficou grávida, apesar de estar há mais de 1 ano tendo relações sexuais sem proteção. Uma mulher com infertilidade secundária tem uma história de gravidez comprovada (nascido vivo, ectópica ou aborto) e, ainda assim, é incapaz de conceber depois de
1 ano de relações sexuais sem proteção.

TRATAMENTO DE INFERTILIDADE RESULTA SEMPRE EM NASCIMENTOS MÚLTIPLOS?

Não. A maioria dos tratamentos resulta no nascimento de um único bebê. Agora, é fato que a possibilidade de nascimentos múltiplos realmente é mais alta em mulheres sob tratamento para infertilidade.

O QUE VEM A SER INFERTILIDADE SEM CAUSA APARENTE?

Apesar dos testes e dos conhecimentos atuais, cerca de 10% dos casais que têm sido investigados intensamente não têm causa demonstrável de infertilidade. Esses casais são classificados como tendo infertilidade sem causa aparente.

TENHO AS TROMPAS OBSTRUÍDAS, POSSO ENGRAVIDAR?

A indicação de tratamento é a fertilização in vitro (FIV), pois é nas trompas que os gametas (óvulo e espermatozoides) se encontram e é onde ocorre a fertilização. Na impossibilidade de isso ocorrer, utilizamos o laboratório de FIV, que possui as condições necessárias para que a fertilização ocorra fora do corpo.

O QUE É LAPAROSCOPIA?

É um exame de imagem da cavidade abdominal e pélvica, realizado através de uma fibra ótica introduzida por pequenas incisões na parede abdominal, sempre em ambiente hospitalar cirúrgico e com anestesia geral.
Com este exame, podemos visualizar o útero, as trompas, os ovários e o peritônio na cavidade pélvica.

QUAL A CHANCE DE TER GRAVIDEZ MÚLTIPLA?

A probabilidade de gestações múltiplas aumenta com o emprego dos métodos de fertilização. Numa gravidez natural, em geral apenas um óvulo é fecundado. Na artificial, feita nas clínicas de reprodução assistida, tenta-se formar o maior número possível de embriões de boa qualidade, produzidos de óvulos coletados da mãe e espermatozoides do pai. Eleva-se, dessa forma, a probabilidade de gravidez, mas também, é claro, de haver uma gestação múltipla.
Na Europa, onde há a maior fiscalização no que diz respeito aos tratamentos de reprodução assistida por parte dos governos, o índice de gestação gemelar está inalterado há quatro anos, mantendo-se em 26,4%. Desse número, 24,4% são gestações de gemelares, 2,0% de gestações de trigemelares e 0,04% de quadrigemelares. Visando alcançar taxas ainda menores, vários centros do mundo vêm colocando em prática a transferência de poucos embriões ou de embrião único, dependendo da idade da paciente e da qualidade embrionária.

COMO INVESTIGAMOS A PERMEABILIDADE DAS TROMPAS?

Através de uma radiografia chamada histerossalpingografia.
É um procedimento radiográfico ambulatorial, realizado entre o final da menstruação e o período ovulatório (1/2 do ciclo). Um contraste radiopaco é injetado através do colo uterino para dentro da cavidade uterina. A medida que o contraste evolui do útero para as trompas e daí para a cavidade abdominal, realiza-se radiografias seriadas para, posteriormente, podermos analisar todo o trajeto. Este exame permite a avaliação da estrutura da cavidade endometrial, permeabilidade tubária e arquitetura das trompas.

FIZ LAQUEADURA. QUAIS AS MINHAS OPÇÕES?

Se você fez laqueadura, existem duas possibilidades de tratamento: a reversão cirúrgica e a fertilização in vitro (FIV). O grande inconveniente da cirurgia é que estas pacientes necessitam de um tempo de recuperação pós-cirúrgico de aproximadamente 6 meses para tentar engravidar. Aproximadamente 50% das pacientes que fazem a reversão conseguem a gestação. Após um ano sem sucesso, a indicação é a FIV. Indicamos a FIV também para pacientes acima de 35 anos, pois não é necessário aguardar para iniciar o tratamento, já que a idade é um fator crucial em relação às chances de gestação.

QUANDO É APROPRIADO OFERECER LAPAROSCOPIA PARA UMA MULHER INFÉRTIL?

Geralmente, este exame é indicado para uma mulher que já tenha as outras causas de infertilidade investigadas. Algumas alterações tubárias, aderências e implantes de endometriose são alguns exemplos de patologias que podem ser diagnosticadas e tratadas no transcorrer do exame.

O QUE É ENDOMETRIOSE?

É a presença de tecido endometrial (camada que reveste o útero por dentro) em outros locais da cavidade abdominal (peritônio, útero, ovário e trompa).

A ENDOMETRIOSE É CAUSA DE INFERTILIDADE?

A taxa de gravidez para casais normais é de aproximadamente 25% ao mês, enquanto mulheres com endometriose a infertilidade é de 4% – 10%.
Algumas alterações provocadas pela endometriose foram propostas para explicar esta disfunção: aderências das trompas e ovários, processo inflamatório crônico, diminuição da qualidade dos óvulos e alteração do crescimento folicular.

TENHO ENDOMETRIOSE. QUAL O MELHOR TRATAMENTO?

Depende da intensidade de endometriose existente no aparelho reprodutor.
Nas mulheres que têm poucos focos de endometriose (grau leve e moderado), a inseminação intrauterina pode ser indicada.
Nas mulheres com endometriose avançada (grau III e IV), a fertilização in vitro está indicada.

O QUE É INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA (IIU)?

É uma técnica de tratamento de infertilidade onde a mulher é submetida à estimulação ovariana sob monitorização ultrassonográfica do crescimento folicular, para predizer o momento da ovulação. O sêmen do parceiro é processado artificialmente no laboratório, preparado e depositado pelo médico por meio de um cateter na cavidade uterina.

O QUE É FERTILIZAÇÃO IN VITRO E TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES?

Fertilização in vitro é o processo no qual os óvulos (gametas femininos) são expostos aos espermatozoides (gametas masculinos), em laboratório, no interior de uma estufa que mimetiza o organismo feminino. Ocorre, então, a fertilização com divisões subsequentes do pré-embrião. Após 2 a 3 dias, este pré-embrião é colocado na cavidade uterina para que possa ocorrer a implantação e a gravidez.

O QUE É A INJEÇÃO INTRACITOPLASMÁTICA DE ESPERMATOZOIDE (ICSI)?

Um único espermatozoide é injetado com uma micropipeta no interior do óvulo. Esta técnica é muito utilizada quando o problema está no homem (fator masculino grave). A taxa de implantação e de desenvolvimento dos embriões é semelhante à da fertilização in vitro convencional.

QUAIS AS ETAPAS PRINCIPAIS DE UM CICLO DE FIV/ICSI?

  • Estímulo controlado dos ovários;
  • Retirada dos óvulos por via transvaginal, anestesiada e monitorada por ultrassom;
  • Fertilização dos óvulos;
  • Cultura dos embriões até a clivagem (4-8 células);
  • Transferência transcervical dos embriões para dentro da cavidade uterina.

QUAL É A POSSIBILIDADE DE SUCESSO DA FERTILIZAÇÃO IN VITRO?

A probabilidade média de sucesso é de 30% – 40%. A porcentagem pode aumentar ou diminuir, dependendo das características de cada casal, as principais variáveis são a idade da mulher e a causa da infertilidade.

QUAL O PAPEL DO CONGELAMENTO DOS EMBRIÕES NA FIV E ICSI?

Com a hiperestimulação ovariana controlada, aproximadamente 40% das pacientes têm mais embriões do que se pode transferir. Os embriões excedentes podem ser armazenados em nitrogênio líquido, e ser transferidos mais tarde, em outro ciclo, dando ao casal infértil mais chances de gravidez.

QUAL A DIFERENÇA ENTRE INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA E FERTILIZAÇÃO IN VITRO?

A inseminação intrauterina (IIU) é uma técnica mais simples, indicada para tratamento de algumas causas de infertilidade, como alterações seminais leves que possam estar dificultando o encontro dos espermatozoides com o(s) óvulo(s); esterilidade sem causa aparente (ESCA) e endometriose leve. Nesse caso, o sêmen é preparado no laboratório, onde são selecionados os melhores espermatozoides e colocados dentro do aparelho reprodutor feminino (útero) no momento da ovulação. A FIV (fertilização in vitro) e a ICSI (injeção Intracitoplasmática de espermatozoides) são métodos de Técnica de Reprodução Assistida. As indicações são amplas: comprometimento das trompas (tubas), endometriose, fator masculino importante, fatores imunológicos, esterilidade sem causa aparente (ESCA) e falha de tratamentos anteriores. Após a fertilização, os embriões, no máximo quatro, são transferidos para o útero.

QUAL A MINHA CHANCE DE ENGRAVIDAR APÓS A IIU (INSEMINAÇÃO INTRAUTERINA)? E APÓS A FIV/ICSI (FERTILIZAÇÃO IN VITRO)?

Os índices globais de sucesso da concepção assistida são superiores aos da natureza. A chance de um casal obter uma gestação em cada ciclo menstrual da mulher é de 20%, o índice de sucesso por ciclo de gravidez após a IIU é de 20%-25% e após FIV/ICSI, de 40%. Como as probabilidades de sucesso continuam a aumentar, após 4 tentativas, o índice “cumulativo” de gravidez pode chegar a 90% por casal.

HÁ DIFERENÇA ENTRE A GRAVIDEZ COM FERTILIZAÇÃO IN VITRO E A SEM?

Os riscos da gestação de FIV são iguais aos riscos de gestações naturais de casais com o mesmo perfil, ou seja, se aquele casal conseguisse engravidar naturalmente, correria os mesmos riscos que está correndo com a fertilização in vitro – tudo depende das características e hábitos do casal.
Nas primeiras oito semanas da gestação de FIV, é comum utilizarmos alguns hormônios de suporte que não são comumente utilizados em gestações naturais. Após esse período, a gestação transcorre naturalmente.

O BEBÊ DE FERTILIZAÇÃO IN VITRO CORRE MAIS RISCO QUE UM BEBÊ CONCEBIDO DE FORMA TRADICIONAL?

O bebê de fertilização é tão normal quanto poderia ser se seus pais conseguissem engravidar naturalmente.

A MULHER PODE SEGUIR UMA ROTINA NORMAL DURANTE O TRATAMENTO?

Normalmente, recomenda-se não praticar atividades físicas de impacto, como corrida e musculação, durante o tratamento. Isso porque os seus ovários ficam maiores e o excesso de movimentação pode gerar problemas. Quanto à alimentação, recomenda-se uma dieta saudável, sem grandes restrições alimentares.
É importante também ressaltar que, como se trata de tratamento para engravidar, recomenda-se não consumir bebidas alcoólicas e não fumar durante o tratamento.

O CASAL PODE TER RELAÇÕES SEXUAIS?

Pode sim, mas deve ser evitado em alguns períodos. Quando se aproxima o período de coleta do sêmen, recomenda-se que o homem fique dois a cinco dias sem ejacular, para melhorar a qualidade do material colhido.
Logo após a captação dos espermatozoides e ovários, o casal ainda deve permanecer em abstinência para evitar dor na mulher por conta do tamanho dos ovários.

POSSO SER MÃE NA MENOPAUSA?

Infelizmente a mulher possui uma vida reprodutiva limitada, que normalmente termina com a proximidade dos 50 anos. Sabemos que uma gestação espontânea após os 45 anos é extremamente rara, e para as mulheres que querem ter filhos com essa idade existe a necessidade da realização de tratamentos de reprodução assistida e, mesmo assim, o sucesso de uma gestação viável é quase impossível.
As mulheres que engravidam após os 45 anos com tratamento de infertilidade, geralmente, são pacientes que receberam óvulos de pessoas mais jovens, ou seja, doados. Nessa técnica, os óvulos doados são fertilizados com espermatozoides do marido da receptora. Uma vez formados os embriões, estes são transferidos para o útero da receptora.

NÃO OVULO. COMO VOU ENGRAVIDAR?

A falta de ovulação (anovulação) é uma das causas mais comuns de infertilidade conjugal, e entre elas a Síndrome dos Ovários Policísticos é a mais frequente. Porém, devemos descartar também outras causas de infertilidade, como fator masculino, fator tubário, fator uterino etc. Uma vez definida como sendo a única causa a anovulação, iniciamos o tratamento com medicamentos para induzir a ovulação e programamos as relações sexuais para o momento correto do período ovulatório (coito programado). Quando não conseguimos o objetivo após três tentativas com esse tratamento, geralmente passamos para inseminação intrauterina (também três tentativas) e, no insucesso, indicamos a fertilização in vitro.

HÁ DIFERENÇA ENTRE A GRAVIDEZ COM FERTILIZAÇÃO IN VITRO E A SEM?

Sim. A preservação dos óvulos por meio do congelamento é indicada para as mulheres em idade reprodutiva que desejam adiar a gravidez seja por fator profissional ou por sequelas de tratamento de quimioterapia ou radioterapia contra o câncer, onde existe a probabilidade de comprometer a produção de óvulos.

MEU MARIDO TEM AZOOSPERMIA. O QUE FAZER?

Nas azoospermias (ausência de espermatozoides no sêmen), a indicação de tratamento é a fertilização in vitro (FIV) com coleta de espermatozoides diretamente dos testículos (epidídimo). Porém, antes de qualquer coisa, necessitamos saber qual a causa da azoospermia com a realização de exames genéticos como cariótipo e pesquisa de microdeleção do cromossomo Y para sabermos o prognóstico do sucesso de encontrarmos espermatozoides no testículo. Após, indicamos a biópsia, ou seja, retirar um pequeno fragmento do testículo e analisar para sabermos se existe a formação de espermatozoides.

FIZ VASECTOMIA. QUAIS MINHAS OPÇÕES?

Existem duas formas de tratar um casal em que o parceiro foi submetido à vasectomia. Primeiramente tentamos, quando indicado, fazer uma cirurgia de recanalização dos canais deferentes. No sucesso da cirurgia, poderá ocorrer gestação espontânea. Porém, sabemos que, após um longo tempo de vasectomia, existe uma diminuição das possibilidades de sucesso. Sendo assim, nas azoospermias obstrutivas (Vasectomia) não operadas, a indicação de tratamento é a fertilização in vitro (FIV) com coleta de espermatozoides diretamente dos testículos ou do epidídimo.

EMBRIÕES PODEM SER CONGELADOS? POR QUANTO TEMPO?

Sim. Esse procedimento é realizado quando há embriões excedentes, ou seja, mais de 4 embriões de boa qualidade, que podem permanecer congelados por tempo indeterminado. Uma das vantagens é que essa técnica possibilita o aumento de chances de se obter gravidez por tentativa, pois será mais de uma transferência embrionária com uma única estimulação ovariana, o que diminui, dessa forma, os custos do tratamento com medicamentos caso não haja a gestação na primeira transferência. Para que os embriões sejam congelados, é necessário que um termo de consentimento seja preenchido e assinado pelo casal.

O TRATAMENTO PARA O CÂNCER AFETARÁ A FERTILIDADE DA MULHER OU DA MENINA?

Sim. O tratamento oncológico, na maioria das vezes, afeta a fertilidade. Por este motivo, uma consulta com especialista em reprodução humana é fundamental. Recomenda-se conversar com o oncologista.

COMO E QUANDO A PACIENTE PODERÁ SABER SE É FÉRTIL OU NÃO APÓS O TÉRMINO DO TRATAMENTO?

No caso das mulheres, o retrato da função ovariana é dado pela avaliação de testes de marcadores hormonais, como dosagem sanguínea do hormônio folículo estimulante (FSH), estradiol e hormônio Anti-Mulleriano (AMH), além de testes ultrassonográficos, como a mensuração do volume ovariano e a contagem de folículos antrais (AFC). O retorno das menstruações é visto como um bom sinal, mas não garante retorno da fertilidade.

SE A FERTILIDADE NÃO FOR PRESERVADA, QUAIS SÃO AS ALTERNATIVAS PARA QUE A MULHER POSSA TER FILHOS?

Caso a fertilidade não tenha sido preservada e a mulher tenha entrado em um quadro de insuficiência ovariana pela quimioterapia, pode-se tentar induzir a ovulação e, caso não haja boa resposta, recorrer ao programa de doação de óvulos.

SE HOUVER FALÊNCIA OVARIANA (MENOPAUSA PELO TRATAMENTO), QUAIS SERÃO OS SINTOMAS? EXISTE TRATAMENTO PARA ISSO?

Os sintomas da menopausa incluem a ausência de menstruação, irritabilidade, insônia, secura vaginal, diminuição da libido e ondas de calor. O tratamento para quem deseja engravidar, nestes casos, é receber um óvulo doado.

OS HORMÔNIOS UTILIZADOS PARA INDUÇÃO DA OVULAÇÃO CAUSAM CÂNCER?

Como a utilização dos hormônios na indução da ovulação é feita de forma rápida, por um período relativamente curto e depois descontinuada, acredita-se que não sejam capazes de causar câncer.

MULHERES COM CÂNCER DE MAMA PODEM UTILIZAR HORMÔNIOS PARA INDUZIR OVULAÇÃO E CONGELAR ÓVULOS ANTES DA QUIMIOTERAPIA?

Para mulheres com neoplasias que podem crescer com hormônios, são realizados alguns cuidados durante o estímulo, como o uso de medicação que baixa os níveis de estrogênio. Estas mulheres podem congelar seus óvulos sem repercussão para a doença.

O QUE É FIV DE EMERGÊNCIA?

Fertilização In Vitro de emergência é o nome que se dá para o tratamento realizado de forma imediata, sem que se aguarde o início do período menstrual como no tratamento convencional.

SE FOR REALIZADO O CONGELAMENTO DO SÊMEN OU TECIDO TESTICULAR, EXISTE UMA DATA LIMITE PARA SEREM UTILIZADOS?

SE FOR REALIZADO O CONGELAMENTO DO SÊMEN OU TECIDO TESTICULAR, EXISTE UMA DATA LIMITE PARA SEREM UTILIZADOS?

COMO E QUANDO O PACIENTE PODERÁ SABER SE É FÉRTIL OU NÃO APÓS O TÉRMINO DO TRATAMENTO? EXISTEM TESTES PARA ISSO?

Por volta de seis meses após o término do tratamento, o homem deve colher um espermograma que apresentará as informações necessárias relativas à concentração, motilidade e morfologia dos espermatozoides, informando sobre seu potencial fértil.

SE A FERTILIDADE NÃO FOR PRESERVADA, EXISTEM ALTERNATIVAS PARA QUE ELE POSSA TER FILHOS FUTURAMENTE?

Atualmente, existem alternativas medicamentosas que podem ajudar em um aprimoramento espermático, porém os resultados em homens afetados por quimioterapia e/ou radioterapia não são muito satisfatórios. Quando comprovada a morte das células germinativas, a alternativa existente é recorrer aos bancos de sêmen.