7 de março de 2019

Histórias de superação nos 11 anos do nosso Centro

Após ter superado um câncer, a empresária Heloísa Orsolini Albertotti passou por consulta com cinco médicos e recebeu a informação inicial de que só poderia ter filhos com óvulos doados. Por indicação, procurou o ginecologista Ernesto Valvano, da equipe do Centro de Reprodução Humana de Piracicaba.

Ao levar em conta histórico da paciente, exames físico e clínico, o médico decidiu fazer o monitoramento do ciclo, antes de tomar qualquer decisão. O tempo foi suficiente para que ela engravidasse pela primeira vez. Antes da filha completar um ano, veio a confirmação da segunda gravidez.

Casos como este fazem parte da história do Centro de Reprodução Humana de Piracicaba, que, neste dia 8 de março, completa 11 anos. O atendimento humanizado, que fez a diferença neste e em tantos outros tratamentos, está no DNA da clínica, que investe constantemente no aperfeiçoamento da equipe e em infraestrutura. “Temos o compromisso de manter um serviço de excelência, que atenda cada vez mais pacientes de toda a região de Piracicaba”, afirmam os ginecologistas Ernesto Valvano e Paulo Padovani, responsáveis pela direção.

Graças a este padrão, nestes 11 anos, a clínica já superou os 5.000 atendimentos. Recebeu pacientes do interior do Estado de São Paulo, de outros estados e até do exterior. Passou também a atender pessoas de baixa renda por meio do projeto Realize.

A história começou na década de 1990

A ideia de oferecer um serviço diferenciado teve início em 1996, quando os ginecologistas Paulo Padovani e Ernesto Valvano começaram a utilizar a videolaparoscopia no tratamento das mulheres que tentavam engravidar e não conseguiam. Decidiram se capacitar, procuraram os médicos do IUP (Instituto de Urologia de Piracicaba) e idealizaram um centro de reprodução.

A concretização deste ideal foi possível graças a uma parceria com a Santa Casa de Piracicaba. “Pudemos iniciar, em março de 2008, nosso atendimento dentro do Hospital Santa Isabel graças ao voto de confiança da Santa Casa, que viabilizou um projeto que tem feito diferença na vida de tantos casais”, declara Padovani.

A clínica trabalha com terapias de baixa complexidade __ coito programado e inseminação intrauterina __ e de alta complexidade __ fertilização in vitro e injeção intracitoplasmática de espermatozoides (ICSI).

Disponibiliza congelamento de óvulos, sêmen e embriões, inclusive nos casos de pacientes com câncer, antes dos tratamentos de quimioterapia e radioterapia.

Conta com uma estrutura laboratorial completa, centro cirúrgico, área destinada ao congelamento de células germinativas, espaço para coleta de espermatozoides, dois apartamentos exclusivos e sala com equipamento de ultrassom. Segue todas as normas da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

A equipe é formada por ginecologistas e urologistas capacitados para fazer o diagnóstico e indicar o tratamento adequado para cada caso. Fazem parte do corpo clínico os ginecologistas Ernesto Valvano, Fúlvio Basso Filho, José Higino Ribeiro dos Santos Junior, Milena Elisa Goes Dias Silva, Paulo Arthur Machado Padovani e os urologistas Gustavo de Mendonça Borges e Norio Ikari.

Jornalistas responsáveis: Flávia Paschoal/Marisa Massiarelli Setto – Toda Mídia Comunicação